[Ensino] Disciplina: CULTURA E POLÍTICA NO BRASIL CONTEMPORÂNEO

DISCIPLINA:

CULTURA E POLÍTICA NO BRASIL CONTEMPORÂNEO

PROFESSOR:

EDNEI DE GENARO, DR.

PROPOSTA DA DISCIPLINA

O professor responsável propõe temas de debate e sugere literaturas aos alunos, divididos em grupos. Cada grupo discute o tema previamente selecionado, avaliando as literaturas a ser utilizadas, propondo um roteiro de aula e acertando, por fim, com o professor responsável. A proposta da disciplina é, portanto, fazer com que todos os alunos se coloquem também no papel de professores, contextualizando, pensando conceitos e promovendo debates. Parte-se, para tanto, de materiais encontrados em revistas e encartes de jornais brasileiros, que dispõem de textos midiáticos mais densos e fundamentados e debatem problemas culturais e sociopolíticos do país: Le Monde Diplomatique, Piseagrama, IHU – Unisinos, Piauí, Outras Palavras, Folha “Ilustríssima” (incluindo, por vezes, ensaios e trechos de livros). Para cada tema, uma obra cinematográfica brasileira abrirá as discussões.

Tema 1: DEMOCRACIA

Aula 1: Redemocratização no Brasil

IHU On-line. 25 anos da constituição: avanço e limites. Edição 428, Setembro, 2013.

BRESSER-PEREIRA, Luiz Carlos. O surgimento do Estado republicano. Lua Nova, São Paulo, n. 62, p. 131-150, 2004.

 Aula 2: A “era Lula” e os rumos da democracia

PERLATTO, Fernando. Decifrando o governo Lula: interpretações sobre o Brasil contemporâneo. In: Revista de Ciências Humanas, Viçosa, v. 15, n. 1, p. 256-272, jan./jun. 2015.

CADERNOS IHU IDEIAS. #Vem para rua: outono brasileiro? Leituras (Edição 191, 2013).

Leituras complementares:

COCCO, Giuseppe. As manifestações de Março de 2015 são o avesso de Junho de 2013 (Edição 461, 23 de março de 2015).

BENJAMIN, Cesar. É pau, é pedra, é o fim de um caminho. A crise, a dissolução da esquerda e o legado conservador do lulismo. (Revista Piauí, Edição 103, 2015).

NOBRE, Marcos. O choque da democracia. São Paulo: Cia das Letras, 2013.

FILME:

Feridos pelo Estado (Brasil, 2017, Leonardo Blecher, 28’)

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Tema 2: EDUCAÇÃO

Educação como valores no presente ou no futuro?

OTAVIANO, Helene et al. Brasil: uma política educacional fundamentada em mitos? (Revista Le Monde Diplomatique, 3 de novembro de 2016)

CARRIELO, R., COELHO, T. Educação, pátria iletrada (Revista Piauí, Edição 124, 2016)

MIGLIORIN, C.; PIPANO, I. Imagens-que-estão-aí. A montagem e o espectador em uma pesquisa empírica com Educação (2017) – artigo / prelo.

FILME:

Educação (Brasil, 2017, Migliorin; Pipano, 50’).

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TEMA 3: DESIGUALDADE E PRECONCEITO

Aula 1: O que meritocracia tem a ver com a desigualdade?

Ballesta, Nairan. A falácia da Meritocracia (Pragmatismo político, 2012)

Medeiros, Marcelo. Mundo é o lugar mais desigual (Revista Piauí, Edição 117, 2016).

Aula 2: O fascismo e o ódio aos pobres no Brasil.

ORWELL, G. O que é fascismo (1944, trecho)

Oliveira,  Neofascismo e crise política no Brasil (Le Monde, 2017)

SOUZA, Jessé de. Problema é o ódio ao pobre no Brasil (Le Monde, 2017)

FOLHA DE S. PAULO. Justiça multa organizadores do rolezinho (Folha, 2017)

FILME:

A cidade é uma só? (Brasil, Adirley Queirós, 2011, 79’)

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TEMA 4: TRABALHO

Aula 1: Neoliberalismo, precarização e as novas lutas de classe

STANDING, R. O precariado e a luta de classe (Revista Ciências Sociais, 2014)

ANTUNES, R. Devastação do trabalho e contrarrevolução de Temer (Revista Le Monde Diplomatique, 2017)

POCHMANN, M. Terceirização e consequências no Brasil (Revista Le Monde Diplomatique, 2017)

FOLHA DE S. PAULO. Terceirização não derruba salário, mostra estudo (03-09-2017).

Aula 2: “Uberização” e estratégias de renovação da crítica e das lutas de esquerda

MOROZOV, E. Da utopia digital ao choque social (Revista Le Monde Diplomatique, Outubro, 2014)

PELBART, P. P. A terra, a guerra, a insurreição (Revista Eco-pós, Vo. 18, n.2, 2015)

VÍDEO/FILME:

Emprecariado (2017, Gregorio Duduvier/HBO, 18’)

Trabalhadores saindo da fábrica (1995, Harun Farocki, 36min) – trechos

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TEMA 5: QUESTÃO INDÍGENA

Aula: Genocídios, demarcações, Funai, Luta de classe, Opressão.

CASTRO, Eduardo Viveiros de, E. Os povos indígenas. Os involuntários da pátria (Aula pública, 2016)

IHU-IDEIAS. Genocídio dos povos indígenas (Especial, n°478, 2015)

FILME:

Martírio (Brasil, 2016, Vincent Carelli, 180’).

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TEMA 6: PERIFERIAS URBANAS

Aula: Ocupações, direitos sociais, metrópole, mercado, agir político

FREDERICO, Celso. Da periferia ao centro: cultura e política em tempos pós-modernos (Revista Estudos Avançados, 2013)

TOMMASI, Lívia. Cultura da periferia: entre mercado, os dispositivos de gestão e o agir político (Revista Política & Sociedade, 2013)ç

FILME:

Era o hotel Cambridge (Brasil, 2016, Elliane Caffé, 99’)

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Tema 7: NOVAS FORMAS DE DOMINAÇÃO & NOVAS FORMAS DE LUTA DA ESQUERDA

Comitê Invisível. Aos nossos amigos: crise e insurreição (Editora N-1, 2016)

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[Ensino] Pensamento social brasileiro

UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO DO SUL – UFMS / CÂMPUS NAVIRAÍ – CPNV / CURSO DE CIÊNCIAS SOCIAIS

PROFESSOR: EDNEI DE GENARO, Dr.

DISCIPLINA: PENSAMENTO SOCIAL BRASILEIRO I (Carga horária: 60h)

Os operários 1933

OBJETIVO:

Apresentar e debater o pensamento social brasileiro, com enfoque na década de 1930. Discutir as principais ideias e os conceitos em relação ao tema, movimentando questões sobre a cultura, economia e política. Nomeadamente, a disciplina, passando pelos precursores e sucessores, se centrará na avaliação – e releituras críticas contemporâneas – de três pensadores: Gilberto Freyre e Sérgio Buarque de Holanda, nos anos 1930, e do marxista Caio Prado Júnior, momento pós-1930. Os seminários dos alunos enriquecerão as discussões, a partir da temática “O pensamento social brasileiro na literatura (1900-1930)”, sendo escolhidos os escritores: Euclides da Cunha, Oswald de Andrade, Mário de Andrade, Monteiro Lobato e Lima Barreto.

PROGRAMA:         

INTRODUÇÃO: o que é “pensamento social brasileiro”?

SCHWARCZ, L. M. & BOTELHO, A. Simpósio: cinco questões sobre o pensamento social brasileiro. Lua Nova, São Paulo, 82: 139-159, 2011.

DEPOIS DA “FORMAÇÃO”?

NOBRE, Marcos. “Depois da ‘formação’: cultura e política na nova modernização”. Revista Piauí. Tribuna livre da luta de classes, n°74, novembro, 2012.

Documentário:

Um sonho intenso. Direção: José Mariani. 2013, 102min.

Um sonho intenso

PRECURSORES DO PENSAMENTO SOCIAL BRASILEIRO

FRANSCISCO ADOLFO VARNHAGEN, a visão monárquica portuguesa

REIS, José Carlos. Anos 1850, Varnhagen: o elogio da colonização portuguesa. In: As identidades do Brasil: de Vernhagen a FHC. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2007.

Leituras em sala de aula:

– VARNHAGEN, Francisco Adolfo. História geral do Brasil. v. 3, São Paulo: Edusp, 1981. [Seleção de trechos]

– CARVALHO, José Murilo de. Brasil não soube assimilar entrada do povo na vida política. Folha de S. Paulo, seção Ilustríssima, 28/05/2017.

CAPISTRANO DE ABREU, em busca do povo brasileiro

– CAPISTRANO DE ABREU, José. Capítulos de história colonial. Brasília: Editora da UNB, 1982.

– REIS, José Carlos. Anos 1900: Capistrano de Abreu: o surgimento de um povo novo: o brasileiro. In: As identidades do Brasil: de Vernhagen a FHC. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2007.

INTERMEZZO

50 anos de Terra em Transe, a “alegoria barroca do subdesenvolvimento”. 

 Filme: Terra em transe (1967, Glauber Rocha, 106min).

 Texto: STAM, Robert. Terra em transe. Discurso, v. 7, n. 7, Usp, São Paulo, 1976.

Terra em Transe

GERAÇÃO DE 1930

GILBERTO FREYRE

Interpretação:

“CASA-GRANDE E SENZALA” – “As características da colonização portuguesa do Brasil” (Capítulo 1) – In: FREYRE, Gilberto. Casa-grande e senzala: introdução à história da sociedade patriarcal no Brasil. Rio de Janeiro: Record, 2001.

REIS, José Carlos.“Anos 1930: Gilberto Freyre. O reelogio da colonização portuguesa”. In: Reis, J. C. As identidades do Brasil: de Vanhargen a FHC. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2007).

Reinterpretação crítica:

SOUZA, Jessé de. Teatro de espelhos do patrimonialismo brasileiro. In: A tolice da inteligência brasileira: ou como o país se deixa manipular pela elite. São Paulo: Leya, 2015.

SÉRGIO BUARQUE DE HOLANDA

Interpretação:

“RAÍZES DO BRASIL” – “O homem cordial”. (Capítulo 5) – In: HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. Rio de Janeiro: José Olympio, 1994.

REIS, José Carlos.“Anos 1930: Sérgio Buarque de Holanda. A superação das raízes ibéricas. In: Reis, J. C. As identidades do Brasil: de Vanhargen a FHC. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2007).

Reinterpretação crítica:

SOUZA, Jessé de. Cordial e colonizado até o osso. In: A tolice da inteligência brasileira: ou como o país se deixa manipular pela elite. São Paulo: Leya, 2015.

 A VISÃO MARXISTA

CAIO PRADO JÚNIOR

Interpretação:

“FORMAÇÃO DO BRASIL CONTEMPORÂNEO” – “Introdução”; “Sentido da colonização”; “Economia”; “Grande lavoura”; “Organização social”; “Vida social e política” – In: PRADO Jr., Caio. Formação do Brasil Contemporâneo. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.

Reis, José Carlos. “Anos 1960: Caio Prado Jr.: a reconstrução crítica do sonho de emancipação e autonomia nacional”. In: Reis, J. C. As identidades do Brasil: de Vanhargen a FHC. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2007).

Reinterpretação crítica:

OLIVEIRA, Francisco de. O ornitorrinco. In: Crítica à razão dualista. São Paulo: Boitempo, 2003.

SEMINÁRIOS – “O pensamento social brasileiro na literatura (1900-1930)”

I – EUCLIDES DA CUNHA

Os sertões (1902) [Parte “O homem” – Itens I a IV].

II – OSWALD DE ANDRADE

Manifesto Antropófago (1928)

Manifesto da poesia pau-brasil (1924)

III – MÁRIO DE ANDRADE

Macunaíma (1928)

IV – MONTEIRO LOBATO

Urupês (1919)

V – LIMA BARRETO

Triste fim de policarpo quaresma (1915)

PROCEDIMENTOS:         

A disciplina se desenvolverá através de aulas expositivas e dialogadas, nas quais os alunos serão chamados ao debate das ideias e conceitos sobre o Pensamento Social Brasileiro, conceitos esses fundamentais presentes nos textos selecionados. O processo de ensino e aprendizagem englobará, ainda, a realização de atividades individuais e de seminários, bem como o exercício da pesquisa em diferentes fontes.

RECURSOS:           

Lousa, giz, computador e projetor multimídia para projeção de arquivos PowerPoint e vídeo. Livros, CD, consulta a sites, textos e outros recursos bibliográficos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

ANDRADA E SILVA, José B. de. Projetos para o Brasil. São Paulo: Cia. das Letras, 1998.

CAPISTRANO DE ABREU, José. Capítulos de história colonial. Brasília: Editora da UNB, 1982.

CARDOSO, Fernando Henrique. Pensadores que inventaram o Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2013.

FREYRE, Gilberto. Casa Grande & Senzala: introdução à história da sociedade patriarcal no Brasil. Rio de Janeiro: Record, 2001.

HOLANDA, Sergio B. de. Raízes do Brasil. 26. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.

NOBRE, Marcos. “Depois da ‘formação’: cultura e política na nova modernização”. In: Revista Piauí. Tribuna livre da luta de classes, n°74, novembro, 2012.

OLIVEIRA VIANNA, Francisco José. Instituições Políticas Brasileiras. Rio de Janeiro: José Olympio, 1949.

OLIVEIRA, Francisco de. O ornitorrinco. In: Crítica à razão dualista. São Paulo: Boitempo, 2003.

PRADO Jr., Caio. Formação do Brasil Contemporâneo. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.

SCHWARCZ, L. M. & BOTELHO, A. Simpósio: cinco questões sobre o pensamento social brasileiro. Lua Nova, São Paulo, 82: 139-159, 2011.

SOUZA, Jessé de. A tolice da inteligência brasileira: ou como o país se deixa manipular pela elite. São Paulo: Leya, 2015.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

BARBOZA FILHO, Rubem. A modernização brasileira e o nosso pensamento político. Perspectivas, São Paulo, v. 37, p. 15-64, jan./jun. 2010.

BASTOS, Elide Rugai. Atualidade do pensamento social brasileiro. Revista Sociedade e Estado, v. 26, n°2, maio/agosto, 2011.

BRANDÃO, Gildo Marçal Brandão. Linhagens do pensamento político brasileiro. Dados, n. 2, 2005.

FURTADO, Celso. Formação econômica do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.

MARTINS, Luciano. A gênese de uma intelligentsia: os intelectuais e a política no Brasil, 1920 a 1940. In: Revista Brasileira de Ciências Sociais, vol. 2, n. 4, 1987.

MICELI, Sérgio. Intelectuais à brasileira. São Paulo, Companhia das Letras, 2002.

REIS, José Carlos. As identidades do Brasil: de Vernhagen a FHC. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2007.

SCHWARZ, Roberto. As ideias fora do lugar. In: Ao vencedor as batatas. São Paulo, Duas Cidades, 1992.

TAVOLARO, Sergio B. F. A tese da singularidade brasileira revisitada: desafios teóricos contemporâneos. Dados, vol.57, n.3, pp. 633-673, 2014.

TORRES, Alberto. O problema nacional brasileiro. Brasília: Editora da UNB, 1982.

VARNHAGEN, Francisco Adolfo. História geral do Brasil. v. 3, São Paulo: Edusp, 1981.

Avaliação:     

Conforme preconiza o Capítulo XVII da RESOLUÇÃO Nº 214, de 17 de dezembro de 2009, a verificação do rendimento acadêmico será realizada por meio de atividades acadêmicas: avaliações (escritas, práticas ou orais), trabalhos, seminários, debates, pesquisas e participação nas atividades propostas, individuais e coletivas. Datas dos seminários, prova e avaliação substitutiva serão acordadas no primeiro dia de aula.

Atividade Pedagógica de Recuperação de Desempenho em Avaliações:         

A atividade de recuperação será por intermédio de uma prova substitutiva, marcada para a última semana de aulas, onde a nota da avaliação substituirá a menor nota, a prova será com base em todo conteúdo trabalhado durante o semestre na referida disciplina.

ANEXO:

SOBRE GILBERTO FREYRE

ARAÚJO, Ricardo Benzaquen. Guerra e paz: Casa-grande e senzala e a obra de Gilberto Freyre nos anos 30. Rio de Janeiro, Editora 34, 1994.

ARAÚJO, Rosa Maria Barboza de e FALCÃO, Joaquim (orgs.). O imperador das idéias: Gilberto Freyre em questão. Rio de Janeiro, Topbooks, 2001.

BASTOS, Élide Rugai. As criaturas de Prometeu: Gilberto Freyre e a formação da sociedade brasileira. São Paulo, Global, 2006.

DAMATTA, Roberto. A originalidade de Gilberto Freyre. In: Gilberto Freyre na UnB. Brasília, Editora da UnB, 1981.

MELLO, Evaldo Cabral de. Raízes do Brasil e depois. In: HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. São Paulo, Companhia das Letras, 1995.

SOUZA, Jessé. A modernização seletiva. Brasília, Editora da UnB, 2000. (o livro também discute Sérgio Buarque de Holanda e Raymundo Faoro).

SOBRE SÉRGIO BUARQUE DE HOLANDA

CANDIDO, Antonio. O significado de Raízes do Brasil. In: HOLANDA, Sérgio Buarque de Holanda. Raízes do Brasil. Rio de Janeiro, José Olympio Editora, 1967.

COSTA, Valeriano Mendes Ferreira. Vertentes democráticas em Gilberto Freyre e Sérgio Buarque. Lua Nova, n. 26, 1992.

DIAS, Maria Odila Leite da Silva. Sérgio Buarque de Holanda, historiador. In: Sérgio Buarque de Holanda. São Paulo, Editora Ática, 1985.

FERREIRA, Gabriela Nunes. A formação nacional em Buarque, Freyre e Vianna. Lua Nova, n. 37, 1996.

MONTEIRO, Pedro Meira. A queda do aventureiro. Campinas, Editora da UNICAMP, 1999.

SOBRE CAIO PRADO JÚNIOR

D’INCAO, Maria Ângela (org.). História e ideal: ensaios sobre Caio Prado Jr. São Paulo, Editora Brasiliense, 1989.

IGLÉSIAS, Francisco. Introdução, Caio Prado Jr. São Paulo, Ática, 1982.

NOVAIS, Fernando. Caio Prado Júnior historiador. In: Novos Estudos CEBRAP, n. 2, 1983.

RÊGO, Rubem Murilo Leão. Sentimento do Brasil: Caio Prado Júnior – continuidades e mudança no desenvolvimento da sociedade brasileira. Campinas, Editora da UNICAMP, 2000.

REIS, José Carlos. Anos 1960: Caio Prado Jr. In: As identidades do Brasil: de Varnhagen a FHC. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2006.

RICUPERO, Bernardo. Caio Prado Jr. e a nacionalização do marxismo no Brasil. São Paulo, Editora 34, 2000.