CRÍTICA / MATERIALIDADE DE MÍDIAS / DEMOCRACIA DIGITAL [disciplina pós-doc]

DISCIPLINA – PÓS-GRADUAÇÃO (proposta de curso – 2016)

CRÍTICA / MATERIALIDADES DE MÍDIAS / DEMOCRACIA DIGITAL

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PROF. DR. EDNEI DE GENARO (candidato pós-doc 2016)

EMENTA

A disciplina propõe apresentar e debater as noções de crítica, materialidades de mídias e democracia digital, dando ênfase à abordagem epistemológica transindividual. O horizonte da disciplina é sempre o de levantamento e debate dos problemas filosófico-políticos envolvidos nas noções, evidenciando diferentes visões e focando as discussões no campo da comunicação.

REQUISITOS MÍNIMOS

Disponibilidade de tempo fora de aula para as atividades de leituras. Domínio de inglês e espanhol para ler parte da bibliografia obrigatória.

OBJETIVOS

Buscar apresentar aos alunos de pós-graduação as recentes discussões envolvendo as noções contemporâneas de crítica, materialidade de mídias e democracia no campo da comunicação, de modo a promover possíveis articulações com seus respectivos problemas de pesquisa. Oferecer bases conceituais e metodológicas para a compreensão e análise dos processos comunicacionais a partir de problemas filosófico-políticos.

METODOLOGIA

As aulas se constituirão em discussão da bibliografia e filmografia orientadas pelo professor, oferecendo momentos próprios de debates e de valorização do posicionamento crítico dos alunos.

PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO

A avaliação da disciplina se baseará por: 1 – um artigo final, que poderá partir de temática de estudo do aluno, desde que apresente exercícios de reflexão sobre tema(s) e/ou problema(s) tratamos durante na disciplina; 2 – nota qualitativa da participação em sala de aula. O professor se prontificará e recomendará o recebimento de uma versão parcial para discussão/orientação. A data para recebimento desta versão deverá ser até duas semanas antes da data de entrega da versão final (a ser combinada). Os artigos deverão conter até 40 mil caracteres. Esta dimensão do trabalho inclui as notas de rodapé e referências bibliográficas. Os trabalhos deverão ser entregues em cópia impressa e eletrônica. Nota final = Trabalho final (80%) + Participação (20%).

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

AULA 1 – Apresentação da disciplina [o projeto de pós-doutorado do pesquisador; os temas gerais a serem discutidos na disciplina; discussão do método de avaliação]

[UNIDADE 1] – DEBATE I: CRÍTICA, HOJE?

AULA 2 – Rancière, Jacques. “Desventuras do pensamento crítico” [cap.2]. In: _____. O espectador emancipado. São Paulo: Martins Fontes, 2012.

AULA 3 – Latour, Bruno. “¿Por qué se ha quedado la crítica sin energía? De los asuntos de hecho a las cuestiones de preocupación. In: Convergencia. Revista de Ciencias Sociales, vol. 11, n. 35, mayo-agosto, p.17-49, 2004.

Leituras complementares:

Boltanski, Luc. De la critique : Précis de sociologie de l’émancipation. Paris : Gallimard, 2009.

Clark, T. K. Para um esquerda sem futuro. Rio de Janeiro: Editora 34, 2013.

Fossier, Arnaud ; Manicki, Anthony. « Où en est la critique ? ». In : Tracés : revue de sciences humaines, n°13, 2, jan, p.5-22, 2007.

Foster, Hal. “Pós-crítica”. In: Arte & Ensaios. Revista do PPGAV/EBA/UFRJ, n. 25, maio, 2013.

Latour, Bruno. Jamais fomos modernos. Rio de Janeiro: Editora 34, 1994.

Lévy, Pierre. “Crítica da crítica” [cap. XVII, p.229-235]. In: _____. Cibercultura. Rio de Janeiro: Editora 34, 1999.

Safatle, Vladimir. “Esgotamento da crítica como valor estético” [Parte II, Cap.3, p.179-201]. In: Cinismo e falência da crítica. São Paulo: Boitempo, 2008.

Sloterdijk, Peter. “Os oito desmascaramentos” [Cap.3, p.53-121]. In: _____. Crítica da razão cínica. São Paulo: Estação Liberdade, 2012.


[UNIDADE 2] – DEBATE II: CRÍTICA EM COMUNICAÇÃO, HOJE?

AULA 4 – Lemos, André. “A crítica da crítica essencialista da cibercultura”. In: Matrizes, v.9, n°1, jan./jun., p.29-51, 2015.

AULA 5 – Rüdiger, Francisco. “Contra o conexionismo abstrato: réplica a André Lemos”. In: Matrizes, v.9, n°2, jul./dez., p.127-142, 2015.

Leituras complementares:

Cole, Andrew. “Those objects of desire”. In: Artforum. Summer 2015.

França, Vera V. “Crítica e metacrítica: contribuição e responsabilidade das teorias da comunicação”. In: Matrizes, v. 8, n°2, jul./dez, São Paulo, 2014.

Lazzarato, Maurizio. “Del conocimiento a la creencia, de la crítica a la producción de subjetividad”. In: EIPCP – European Institute for Progressive Cultural Policies, 4, 2008.

Pelbart, Peter Pal. “Modos de existência” [Cap.IV, p.237-327]. In: _____. O avesso do niilismo: cartografias do esgotamento. São Paulo: N-1, 2013.

Raunig, Gerald. « ¿Qué es la crítica? Suspensión y recomposición en las máquinas textuales y sociales”. In: EIPCP – European Institute for Progressive Cultural Policies, 3, 2008.

Sodré, Muniz. “Comunicação: um campo em apuros teóricos”. In: Matrizes, ano 5, nº2, São Paulo, jan./jun, 2012.

Sodré, Muniz. “Um novo sistema de inteligibilidade”. In: Questões Transversais – Revista de Epistemologias da Comunicação, v.1, n°1, jan-jul, 2013

Stiegler, Bernard. “Die Aufklärung in the Age of Philosophical Engineering”. In: Computational Culture: a journal of software studies, 28-September, 2012.


[UNIDADE 3] – POLÍTICA & PENSAR TRANSINDIVIDUAL

AULA 6 – Simondon, Gilbert. “Introducción” [p.23-44]. In: _____. La individuación a la luz de las nociones de forma e información. Buenos Aires: La Cebra, 2009.

AULA 7 – Read, Jason. “Short-Circuits: The Politics and Economics of Transindividuality” [p.248-291]. In: _____. Political of transindividuality. Leiden: Koninklijke Brill, 2016.

Leituras complementares:

Bardin, Andrea. Epistemology and political philosophy in Gilbert Simondon: individuation, technics, social systems. London: Springer, 2015.

Combes, Muriel. Simondon, individu et collectivité. Paris : PUF, 1999.

Delanda, Manuel. A new philosophy of society: assemblage theory and social complexity. London: Continuum, 2006.

Deleuze, Gilles. “Gilbert Simondon: o indivíduo e sua gênese físico-biológica” [1966]. Tradução Luiz B. L. Orlandi.

Malabou, Catherine. La Plasticité au soir de l’écriture. Dialectique, destruction, déconstruction. Paris : Léo Scheer, 2004.

Neves, José Pinheiro. O apelo do objeto técnico: a perspectiva sociológica de Deleuze e Simondon. Porto: Campo das Letras, 2006.

Orlandi, Luiz B. L., “Indivíduo e implexa individuação”. In: Dois Pontos:, Curitiba, São Carlos, volume 12, número 01, p. 75-82, abril, 2015.

Raunig, Gerald. Mil máquinas: breve filosofía de las máquinas como movimento social. Madrid, Traficantes de sueños, 2008.

Read, Jason. Political of transindividuality. Leiden: Koninklijke Brill, 2016.

Sibertin-Blanc, Guillaume. Politique et État chez Deleuze e Guattari : essai sur le matérialisme historico-machinique. Paris : PUF, 2013.

Simondon, Gilbert. Du mode d’existence des objets techniques. Paris : Aubier Montaigne, 1958.

Simondon, Gilbert. La individuación a la luz de las nociones de forma e información. Buenos Aires: La Cebra, 2009.

Sloterdijk, Peter. La domestication de l’être : pour un éclaircissement de la clairière. Éditions mille et une nuits, 2000.

Stiegler, Bernard. “L’inquiétante étrangeté de la pensée et la métaphysique de Pénélope” [prefácio]. In : Simondon, Gilbert. L’individuation psychique et collective. Paris: Aubier, 1989.

Stiegler, Gilbert. “Tempo e individuaciones técnica, psíquica y colectiva en la obra de Simondon”. In: Revista Trilogia, n°6, abril-octubre, p.133-146, 2012.

Toscano, Alberto. “The Disparate: ontology and politics in Simondon”. Paper delivered at the Society for European Philosophy/Forum for European Philosophy annual conference, University of Sussex, 9 September 2007.


[UNIDADE 4] – POLÍTICA & MATERIALIDADES DE MÍDIAS DIGITAIS

AULA 8 – Rouvroy, Antoinette; Berns, Thomas. “Governamentalidade algorítmica e perspectivas de emancipação: o díspar como condição de individuação pela relação?”. In: Eco-pós, v.18, n°2, Rio de Janeiro, 2015.

AULA 9 – Galloway, Alexander R. “The poverty of philosophy: realism and post-fordism”. In: Critical Inquiry, v.39, n.2, p.347-366, 2013.

Leituras complementares [perspectivas críticas]:

Bruno, Fernanda. Máquinas de ver, modos de ser: vigilância, tecnologia e subjetividade. Porto Alegre: Sulina, 2013.

Bucher, Taina. “Want to be on the top? Algorithmic power and the threat of invisibility on Facebook”. In: New Media & Society, nov., v.12, n.7, p.1164-1180, 2012.

Carpo, Mario. The alphabet and the algorithm. Cambridge: MIT Press, 2012.

Chamayou, Grégoire. Teoria do drone. São Paulo: Cosac Naify, 2015.

Feenberg, Andrew. “Teoria crítica da tecnologia”. Texto original: “Critical theory of technology”. Tradução da equipe de tradutores do Colóquio Internacional “Teoria Crítica e Educação”. Unimep, Ufscar, Unesp, 17p. [ano?].

França, Lilian Cristina Monteiro. “Vigilância e políticas de privacidade na sociedade pós-cookie: o caso do The Guardian”. In: Eco-pós, v.18, n°2, 2015.

Galloway, Alexander. Protocol: how control exists after decentralization. Massachusetts: MIT Press, 2004.

Hallinan, Blake; Striphas, Ted. The Netflix Prize and the production of algorithmic culture”. In: New Media & Society, v.18 (1), p.117-137, 2016.

Hui, Yuk; Halpin, Harry. “Collective individuation: the future of social web”. In: Lovinsky, Geert; Rasch, Mirian. Unlike us: social media monopolies and their alternatives, p.103-116, 2013.

Kittler, Friedrich, “Code oder wie sich etwas anders schreiben lässt”. In: G. Stocker, Ch. Schöpf. Code – The language of our time, Linz, 2003, pp.88-98.  Tradução: “Código ou como algo pode ser escrito de outro modo” (traduzido por: Jorge Henrique Vieira Rodrigues).

Kittler, Friedrich. Gramophone, Film, Typewriter. Stanford: Stanford University, 1999.

Laymert, G. dos Santos; Silva, Rafael A.; Ferreira, Pedro P. “Do gorila amestrado de Taylor ao macado de Nicolelis”. In: Trab. Educ. Saúde, Rio de Janeiro, v. 8 n. 3, p. 551-561, nov.2010/fev.2011.

Pariser, Eli. O filtro invisível: o que a internet esconde de você. Rio de Janeiro: Zahar, 2012.

Pasquinelli, Matteo. “O algoritmo PageRank da Google: um diagrama do capitalismo cognitivo e da exploração da inteligência social geral”. In: Uninomade Brazil, maio, 2012.

Pozobon, Tanise; Pozobon, Rejane de Oliveira. “O que o Google sabe sobre você? Primeiras observações sobre direcionamento de informações”. In: Ciberlegenda, Rio de Janeiro, n. 32, 2015.

Ritzer, George; Jurgenson, Nathan. “Production, Consumption, Prosumption : The nature of capitalism in the age of the digital ‘prosumer’”. In: Journal of Consumer Culture, v.10 (1), p.13-36, 2010.

Sadin, Éric. La Vie algorithmique. Critique de la raison numérique, Paris : L’Échappée, 2015.

Santos, Laymert G.; Ferreira, Pedro P. “A regra do jogo: desejo, servidão e controle”. In: Fábio Villares. (org.). Novas mídias digitais (audiovisual, games e música): impactos políticos, econômicos e sociais. Rio de Janeiro: E-papers, p. 85-104, 2008.

Silveira, Sérgio A. “Novas dimensões da política: protocolos e códigos na esfera pública interconectada”. In: Rev. Sociologia Política, Curitiba, v. 17, n. 34, p. 103-113, out. 2009.

Sloterdijk, Peter. “Teorias das esferas: conversando comigo mesmo sobre a poética do espaço”. In: Redescrições, ano VI, n°1, 2015.

Stiegler, Bernard. “Anamnésia e hipomnésia: Platão, primeiro pensador do proletariado”. In: Revista Ars, São Paulo, v.7 n°13, jan-jun, 2009.


[UNIDADE 5] – DEBATE III:  VISÕES DO CONTEMPORÂNEO

AULA 10 – Documentário: The Square (Jehane Noujaim, Egito/EUA/Inglaterra, 128 min, 2013).

AULA 11 – Documentário: All Watched Over by Machines of Loving Grace (Adam Curtis, Inglaterra, 180 min, 2011).

Referências complementares [outras visões]:

Documentário: The Ister (David Barrison; Daniel Ross, Austrália, 189 min, 2004).

– Deleuze, Gilles. “Post-scriptum sobre as sociedades de controle”. In: Conversações: 1972-1990. Rio de Janeiro: Editora 34, 1992, p. 219-226.

– Galloway, Alexander. “Withdrawing from the Standard Model” [Part II, p.93-195]. In: _____. Laruelle: against digital. Minneapolis: Minnesota University Press, 2014.

– Latour, Bruno. “An Attempt at a ‘Compositionist Manifesto’”. In: New Literary History, 41, p.471–490, 2010.

– Lazzarato, Maurizio. “Resistência e criação nos movimentos pós-socialistas” [cap.5, p.201-265]. In: _____. As revoluções do capitalismo. Rio de janeiro: Civilização Brasileira, 2006.

– Lazzarato, Maurizio. “Sujeição e servidão no capitalismo contemporâneo”. In: Cadernos de Subjetividade. NEPS-PUC-SP, p.168-179, 2010.Lazzarato, Maurizio. Signos, máquinas, subjetividades. São Paulo: N-1, 2014.

– Levy, Pierre. Inteligência coletiva: por uma antropologia do ciberespaço. São Paulo: Loyola, 1998.

– Safatle, Vladimir. “Perto demais da redenção: depressão, flexibilidade e fim da ética do trabalho”. In: Novaes, Adauto. Mutações: elogio à preguiça. São Paulo: Sesc SP, p. 385-404, 2012.

– Serres, Michel. Hominescências: o começo de uma outra Humanidade? São Paulo: Bertrand Brasil, 2003.

– Stiegler, Bernard. For a new critique of political economy. Malden: Polity Press, 2009.

– Wark, McKenzie. A hacker manifesto [version 4.0]. On-line.


[UNIDADE 6] – DEMOCRACIA DIGITAL: INTELIGÊNCIA COLETIVA, SUBJETIVAÇÕES POLÍTICAS, AFETOS, RESISTÊNCIAS.

AULA 12 – Pelbart, Peter Pál. “A terra, a guerra, a insurreição”. In: Eco-pós, v.18, n°2, Rio de Janeiro, 2015.

AULA 13 – Laclau, Ernesto. “Variações populistas” [Parte III]. In: _____. A razão populista. São Paulo: Três Estrelas, 2013.

AULA 14 – ? [Avaliações e/ou re-organizações da disciplina – a partir do calendário pós].

AULA 15 – ? – [Avaliações e/ou re-organizações da disciplina – a partir do calendário pós].

Leituras complementares:

Antoun, Henrique. “Para uma internet política das subjetivações”. In: Eco-Pós, v.18, n.2, 2015.

Castells, Manuel. Networks of outrage and hope: social movements in the internet age. Malden: Polity Press, 2012.

Comitê invisível. A nos amis. Paris : La fabrique, 2014.

Gomes, Wilson. “Internet e participação em sociedades democráticas”. In: Revista Famecos, Porto Alegre, nº 27, agosto, 2005.

Lévy, Pierre. La sphère sémantique : computation, cognition, économie de l’information. Tomo 1. Université d’Ottawa, 2011.

Malini, Fábio; Antoun, Henrique. “Ontologia da liberdade na rede: a guerra das narrativas na internet e a luta social na democracia”. In: Revista Famecos, Porto Alegre, v. 17, n. 3, p. 286-294, setembro/dezembro, 2010.

Massumi, Brian. The Politics of Affect. Malden: Polity Press, 2015.

Mengue, Philippe. Deleuze et la question de la démocratie. Paris : Harmattan, 2003.

Rancière, Jacques. O ódio à democracia. São Paulo: Boitempo, 2014.

Safatle, Vladimir. O circuito dos afetos: corpos políticos, desamparo e o fim do indivíduo. São Paulo: Cosac Naify, 2015.

Sodré, Muniz. A ciência do comum: notas para o método comunicacional. Petrópolis: Vozes, 2014.

Sodré, Muniz; Paiva, Raquel. “A tecnologia, a informação e o comum”. In: Alceu, v. 10, n.20, p.16-24, jan-jun, 2010.

Virno, Paolo. Gramática da multidão: para uma análise das formas de vida contemporâneas. São Paulo: Annablume, 2013.

Wark, Mackenzie. Molecular Red – Theory for the Anthropocene. London: Verso, 2015.

Wright, Scott. “Politics as usual? Revolution, normalization and a new agenda for online deliberation”. In: New Media & Society, March, vol.14, n°2, p.244-261, 2012.

Lévy, Pierre. “Por uma tecnodemocracia” [Conclusão]. In: _____. As tecnologias da inteligências. Rio de Janeiro: Editora 34, 1995.

Negri, Antonio; Hardt, Michael. Multidão: Guerra e democracia na era do Império. São Paulo: Record, 2004.

Latour, Bruno. “Se falássemos um pouco de política?”. In: Política&Sociedade, n°4, p.11-40, abril, 2004.

Stiegler, Bernard. “Theage of de-proletarianisation: art and teaching art in post-consumerist culture. In: Corcoran, Kleran et al. (org.). ArtFutures. Current issues in higher arts education, 2008.

 

 

 

 

 

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