O TEMPO DA TÉCNICA – [MESTRADO 2010 – SOCIOLOGIA POLÍTICA – EDNEI DE GENARO]

O TEMPO DA TÉCNICA

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GENARO, Ednei de. O tempo da técnica [dissertação] : a crise da experiência temporal na modernidade técnica / Ednei de Genaro ; orientador Carlos Eduardo Sell. – Florianópolis, SC, 2010. 121 p.: il., grafs.

Dissertação (mestrado) – Universidade Federal de Santa catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política.
Inclui referências
1. Sociologia política. 2. Tempo da técnica. 3. Técnica moderna. 4. Temporalidade. 5. Tempo da vida. 6. Tempo do mundo. I. Sell, Carlos Eduardo.

II. Universidade Federal de Santa Catarina. Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política. III. Título.

ACESSE O ARQUIVO *.PDF DA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO:

Mestrado – Genaro – ‘O tempo da técnica’ [Sociologia Política – 2010]

SUMÁRIO

INTRODUÇÃO…………………………………………………….09

CAPÍTULO I – Pensar a técnica hoje……………………….23

1.1Como pensar a técnica moderna?………………….25

1.2 A perspectiva epistemológica da técnica moderna a partir do século XX: a ‘virada cibernética’………….38

CAPÍTULO II – A existência própria da técnica moderna: desvendando os caracteres volitivo e objetual……46

2.1 Martin Heidegger………………………………………….46

2.2 Gilbert Simondon………………….……..……………57

CAPÍTULO III – O tempo da técnica……………………..65

3.1 A dimensão temporal da técnica…………………..68

3.2 – O tempo da técnica e o descompasso entre o tempo da vida e o tempo do mundo…………………………….79

CAPÍTULO IV – Apontamentos para problematização empírica………………………………………………………………..87

CONCLUSÃO…………………………………………………101

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS…………………….107

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4 Comentários (+adicionar seu?)

  1. Anônimo
    set 07, 2015 @ 16:09:15

  2. 2
    set 04, 2015 @ 17:48:44

    Don Ihde e Bernard Stiegler

  3. 1
    set 03, 2015 @ 20:42:29

    martin heidegger e gilbert simondon

  4. ednei
    set 03, 2015 @ 16:11:26

    RESUMO
    A partir da constatação de que o cidadão moderno tem uma dificuldade crescente em pensar seu tempo íntimo e social, perguntamo-nos porque se vive uma crise na organização do tempo da vida e o que a técnica moderna tem a ver com isso. Ao salientarmos o problema sociológico, importamo-nos com o horizonte fenomenológico estabelecido na teoria social para pensar a técnica moderna como veículo de inserção e definição da temporalidade humana. A dissertação conjeturou o problema da crise de organização do tempo da vida a partir da revelação do tempo da técnica, demandando uma caracterização mais rigorosa da técnica moderna. Assim, Heidegger e Simondon são relidos hoje, pois estes desenvolveram amplas perspectivas para entender a caráter volitivo e objetual da técnica – sua ontologia e concretude –, abrindo-nos para pensar a dimensão temporal dela. Argumentamos que o tempo da técnica se transforma em um elemento tensional para a temporalidade da vida humana tão logo que o universo de tecnificação compõe crescentemente a objetivação cultural do tempo do mundo e determina um descompasso com o tempo da vida. Os autores Don Idhe e Bernard Stiegler são fundamentais para discorrer contemporaneamente neste sentido. Por fim, apontamos para as problemáticas empíricas, destacando questões cognitivas e sócioculturais a respeito.
    Palavras-chave: tempo da técnica; técnica moderna; temporalidade; tempo da vida; tempo do mundo.

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