[Frases] – Homens extraordinários.

 

HOMENS EXTRAORDINÁRIOS I – DOSTOIEVSKI

(Obra de Seurat)

“Sobretudo, não minta ao senhor mesmo. Aquele que mente a si mesmo e escuta sua própria mentira chega ao ponto de não mais distinguir a verdade, nem a si, nem em torno de si; perde, portanto, o respeito de si e dos outros”

Zózima a Fiódor Karamazov, em “Irmão Karamazov” de Dostoievski.

HOMENS EXTRAORDINÁRIOS III – SCHOPENHAUER

(retrato do jovem Schopenhauer)

“No fundo, apenas os pensamentos próprios são verdadeiros e têm vida, pois somente eles são entendidos de modo autêntico e completo. Pensamentos alheios, lidos, são como as obras da refeição de outra pessoa, ou como as roupas deixadas por um hóspede na casa”.

SCHOPENHAUER (Livro: “A arte de escrever”, §3, Pensar por si mesmo”).

 

 

 

 

HOMENS EXTRAORDINÁRIOS IV – M. HEIDEGGER

(obra de René Magritte)

“Quanto mais nos avizinharmos do perigo, com maior clareza começarão a brilhar os caminhos para o que salva, tanto mais questões haveremos de questionar. Pois questionar é a piedade do pensamento”

M. HEIDEGGER, em “A questão da técnica”

HOMENS EXTRAORDINÁRIOS V – J. P. SARTRE

“O livro não serve para a minha liberdade: ele a requisita. Com efeito, não seria possível dirigir-se a uma liberdade enquanto tal pela coerção, pela fascinação ou pela súplica. Assim, o livro não é, como a ferramenta, um meio que vise a algum fim: ele se propõe como fim a liberdade do leitor”.

J. P. SARTRE, “O que é literatura?”.

 

 

 

 

 

HOMENS EXTRAORDINÁRIOS VI – THOMAS MANN

(Cena do filme ‘Morte em Veneza’, ITA, 1971, L. Visconti)

“Não quero diminuir o artista assinalando sua frouxa relação com a moral – e assim com o problema da sociedade. Dificilmente poderia repreender o artista que afirma não ser problema dele a correção do mundo no sentido moral. O artista “corrige” o mundo de uma maneira totalmente diferente da que faz a doutrina moral. Ele o faz fortificando em palavras, em imagens e pensamentos a sua vida – e, num modo substitutivo, a vida em geral – conferindo a ela sentido e forma e tornando transparente o fenômeno daquilo que Goethe denominou: “a vida da vida: a alma”.

THOMAS MANN

HOMENS EXTRAORDINÁRIOS VII – WEBER


“Toda obra científica ‘acabada’ não possui outro sentido que o de suscitar novas indagações: ela clama por sua própria ‘superação’ e se condena ao envelhecimento. Aquele que deseja servir à ciência deve resignar-se a esta sorte”.

 

 

 

 

HOMENS EXTRAORDINÁRIOS VIII –  – MIRÓ


“Hoje, os meios jovens companheiros sabem lutar quando são pobres mas deixam de o fazer logo que equilibram o seu orçamento. Comparados a essas pessoas que começam o seu declínio vergonhoso aos trinta aos de idade, cada vez mais admiro mais artistas como Bonnard ou Maillol. Estes dois lutaram até ao último suspiro. Cada ano da sua velhice corresponde a um novo nascimento”.


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